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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

A Univasf também está com a mão na massa!








No projeto da transposição do rio São Francisco, um grupo da Univasf, instalou-se em uma base móvel,  para fiscalizar a fauna e a flora e o nome desse projeto é CEMAFAUNA - CAATINGA.
Como sabemos os estudos do Bioma Caatinga são incipientes, e constatou-se que para a implantação do Projeto de Integração do Rio São Francisco com as Bacias do Nordeste Setentrional há também a necessidade do conhecimento da biologia da espécies de fauna como taxonomia, relações filogenéticas, auto-ecologia, biogeografia e inter-relações da Fauna com a diversidade de ambientes das Caatingas.     
Deste modo o Programa Básico Ambiental de Conservação da Fauna do Projeto de Integração do Rio São Francisco com as Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional estará inserido numa rede de estratégias para a Conservação do Bioma Caatinga.
     Site do Cemafauna - Caatinga

Deus é brasileiro



Você deve está pensando que essa postagem é ultrapassada, não é bem assim, no sertão não tem nada velho, tudo é necessário, e nada como um bom filme para mim indicar para vocês.

Sinopse: Cansado de tantos erros cometidos pela humanidade, Deus (Antônio Fagundes) resolve tirar umas férias dela, decidindo ir descansar em alguma estrela distante. Para tanto precisa encontrar um substituto para ficar em seu lugar enquanto estiver fora. Deus resolve então procurá-lo no Brasil, país tão religioso que ainda não tem um santo seu reconhecido oficialmente. Seu guia em sua busca é Taoca (Wagner Moura), um esperto pescador que vê em seu encontro com Deus sua grande chance de se livrar dos problemas pessoais. Juntos eles rodarão o Brasil em busca do substituto ideal.


sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O verdadeiro Sertão



A errada divulgação do Sertão e o descobrimento da Caatinga

Nos anos 1960, Nelson Pereira dos Santos em Vidas Secas e Glauber Rocha em Deus e o Diabo na Terra do Sol apresentaram o sertão nordestino como um ambiente inóspito, seco e quase sem vida, perseguido por um Sol ofuscante. Agora, o mesmo espaço reaparece em Abril Despedaçado, de Walter Salles, e em Baile Perfumado, de Paulo Caldas e Lírio Ferreira.

Coincidentemente, emerge também nos domínios da ciência um novo olhar sobre a Caatinga, único ecossistema inteiramente brasileiro - e o menos estudado. Cenário de intricados processos ecológicos, esse ambiente conhecido como sertão - uma área de 800 mil quilômetros quadrados, correspondente a quase metade dos nove estados do Nordeste - revela-se muito mais rico em espécies exclusivas de plantas e animais, como peixes, lagartos, aves e mamíferos, do que se imaginava.

Nas 800 páginas do livro Ecologia e Conservação da Caatinga, lançado em Novembro de 2003, um grupo de 35 especialistas do próprio Nordeste e do Sudeste sintetiza os últimos 200 anos de pesquisas, acrescenta as descobertas mais recentes e desfaze de uma vez por todas a noção de que esse ecossistema, onde vivem 20 milhões de pessoas, é homogêneo e desinteressante.


A foto a abaixo mostra a reportagem feita pelo o Jornal Diário do Nordeste que retrata a ameaça ao bioma 100% brasileiro.


terça-feira, 15 de setembro de 2009

Grande Sertão


Região com cultura, sabor, cores, sons e traços marcantes. Terra de um povo forte, trabalhador e esperançoso, do cordel e cangaceiros. Diferente do que a maoria das pessoas penssam, o sertão não é só miséria.Esta aqui é existente como em qualquer outro lugar.

O sertão brasileiro reserva uma extensa lista história, como o maior cangaceiro, Lampião; o famoso Luiz Gonzaga; o excelente cordelista Patativa do Assaré; a escultora de obras em barro Ana das Carrancas; além de ser o lugar das maiores inspirações mundial.

Sendo Petrolina, com seus mais de 250.000 habitantes, a cidade que mais cresce no Nordeste Brasileiro em pleno Sertão Nordestino, graças a agricultura irrigada, que faz de Petrolina, juntamente com Juazeiro, a região que mais produz frutas no Brasil, passando por um desenvolvimento fantástico.

A região que estende-se desde o norte de Minas Gerais até quase toda a região Nordeste do Brasil caracteriza-se pelo predomínio do clima semi-árido, com ocasionais períodos de estiagem, contém belezas naturais exuberantes que não são encontradas em mais nenhum lugar do planeta.

O sertanejo não tem vergonha do que é, ele se orgulha e batalha o máximo para permanecer em sua terra.

sábado, 29 de agosto de 2009

Características do Nordeste

Fotos variadas mostrando características do Nordeste.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Bichos da nossa terra

Os animais da Caatinga são diversificados e andam em pequenos grupos. São eles, os bravos animais da região, que sobrevivem à seca e as adversidades do clima, proporcionando um espetáculo de cores, um milagre da natureza. Vão desde répteis comuns do ambiente seco (44 espécies de lagartos, 47 espécies de serpentes e 3 de crocodilos) a mamíferos de pequeno e grande porte, passando por aves, anfíbios (9 espécies) e quelônios (4 espécies). Alguns deles encontram-se em vias de extinção - mais especificamente 20 espécies - e têm causas em seu apoio para serem preservados. Vamos conhecer um pouco mais a respeito desses animais tão peculiares.

• Ararinha-Azul (Cyanopsitta spixii): restrita ao Piauí, Maranhão e extremo Norte da Bahia (Sul do rio São Francisco), chega a medir até 57 cm. Apresenta plumas azuis, asas e cauda muito longas e escuras, bico negro com um grande dente maxilar e íris mostarda. Seriamente ameaçada de extinção, não consegue-se mais observá-la em vida livre. Só existem 78 animais da espécie no mundo - 8 delas no Brasil -, tornando-a uma das mais raras espécies animais. Apresenta hábitos herbívoros (manifestando preferência pela fruta conhecida como buriti), mas em cativeiro é alimentada com uma espécie de massa. A devastação de árvores da Caatinga compromete a reprodução do animal, que faz ninhos ocos em plantas altas e velhas. Outros de seus nomes populares são: arara-celeste, arara-do-nordeste e arara-spixi. O nome científico da espécie é uma homenagem ao naturalista alemão Johann Baptiste von Spix.



• Carcará (Caracara cheriway): Falconídeo tipicamente brasileiro, também pode ser conhecido como carancho e cará-cará. Apresenta uma espécie de chapeuzinho preto na cabeça, que se distingue pela pelagem branca ao redor dos olhos, também preta no resto do corpo e amaronzada com listras escuras no peito. Diferentemente dos falcões, não é um predador ativo, e sim "oportunista", alimentando-se de presas fáceis, como anfíbios, roedores e insetos. Pode atacar criações de pequenos caprinos, geralmente acompanhado de urubus. Pode aproximar-se de humanos que possuem pequenas propriedades de terra.


• Onça-Pintada (
Panthera onca): Muito similar à primeira vista com o leopardo (é fácil diferenciá-los pela diferença do padrão de pintas), a onça-pintada teve origem nas regiões mais quentes e secas do Brasil, Argentina e Estados Unidos. Pode medir até 2,60m e alcançar os 115kg. É o maior mamífero carnívoro do país, necessitando de pelo menos 2kg de alimento (composto de antas, capivaras, queixadas, tamanduás e outras presas fáceis, já que trata-se de uma exímia caçadora) por dia. É a única espécie de felinos que ataca as presas com mordidas na cabeça. Classificada como "Quase ameaçada de extinção", a onça vem perdendo gradativamente seu espaço natural, que tem sido devastado através do desmatamento para criação de áreas agrícolas ou cultivo de animais. Isso tem intensificado o ataque de onças a rebanhos de bovinos para obtenção de alimento, já que, também, tem se verificado um declínio na população das presas naturais do animal. Símbolo da fauna brasileira, também pode ser conhecida como jaguar ou jaguaretê, que tem origem do termo guarani jaguarete.




Fonte
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Fauna Típica: Xerófitas e cactáceas

Caatinga é uma expressão tupi-guarani para Mata Branca (caa = mata; tinga = branca). É um bioma típico de regiões áridas ou semi-áridas, e o único exclusivamente brasileiro. Ocupando uma área de cerca de 734.478 km² (11% do território brasileiro), engloba continuamente parte dos estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e o Norte de Minas Gerais.

Não é difícil entender a denominação adotada pelos indígenas: na Caatinga, as folhas das árvores são caducifólias, que caem durante os períodos mais críticos de estiagem, proporcionando um aspecto esbranquiçado à paisagem. Na época da chuva, as pequenas folhas de árvores e arbustos (seu tamanho reduzido visa a economia de água) enverdecem e o cenário de seca e aparente devastação dá lugar à exuberância de uma flora reerguida, como a fênix que renasce das cinzas. Esse conjunto de características é exclusivo das plantas xerófitas, típicas dos ambientes secos.

Além disso, a Caatinga também caracteriza-se pela presença de cactos, cujas folhas se converteram em espinhos para evitar a transpiração e o caule é suculento, servindo de reserva de água e alimento para sertanejos e suas criações.

As espécies mais comuns são macambiras (Bromelia laciniosa), umbuzeiros (Acrocomia aculeata), palmas (Gladiolus hortulanus), xique-xiques (Crotalaria incana), mandacarus (Cereus giganteus), juazeiros (Ceiba pentandra), caroás (Neoglaziovia variegata), aroeiras (Schinus terebinthifolius), baraúnas (Schinopsis brasiliensis) e ingazeiras (Inga edulis Mart).



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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Danças típicas da região!

Xaxado: É uma dança popular criada no Sertão pernambucano, muito praticada pelos cangaceiros da região, em comemoração as suas vitórias. O nome é devido ao barulho das sandálias dos cangaceiros contra a areia do sertão. É uma dança de guerra e divertimento criada pelos cangaceiros de Lampião no inicio dos anos 1920, em Vila Bella, atual Serra Talhada. Ainda na época, o cangaço tornou-se popular em todos os bandos de cangaceiros espalhados pelos sertões nordestinos. Era uma dança exclusivamente masculina, por isso nunca foi considerada uma dança de salão, mesmo porque naquela época ainda não havia mulheres no cangaço.





Forró: É uma festa popular brasileira, de origem nordestina, conhecida também por arrasta-pé, bate-chinela, fobó, forrobodó. No forró, vários ritmos musicais dessa região, como baião, a quadrilha, o xaxado, que tem influências holandesas e o xote, que veio de Portugal e são tocados, tradicionalmente, por trios, compostos de um sanfoneiro (tocador de acordeão -- que no forró é tradicionalmente a sanfona de oito baixos), um zabumbeiro e um tocador de triângulo. Hoje em dia, é o estilo musical mais comum no Nordeste, sendo apreciado por muitos, desde os nativos aos turistas.



Maracatu: É uma manifestação cultural da música folclórica pernambucana afro-brasileira. É formada por uma percussão que acompanha um cortejo real. Como a maioria das manifestações populares do Brasil, é uma mistura das culturas indígena, africana e européia. Surgiu em meados do século XVIII. Foi criada para formar uma critíca a corte portuguesa.