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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Geraldo Azevedo
História
Geraldo Azevedo nasceu em Petrolina, PE, em 11 de janeiro de 1945. Essa origem nordestina talvez tenha sido a responsável pelo tempero tão variado de ritmos e balanços que este grande músico possui. Em seu trabalho é possível encontrar, lado a lado, líricas canções de amor como “ Dia Branco”.
Aos 12 anos de idade já tocava violão. Ao mudar-se para Recife onde foi estudar, Geraldo se juntou ao grupo folclórico intitulado "Grupo Construção" onde conheceu Teca Calazans, Naná Vasconcelos , Marcelo Melo e Toinho Alves (componentes do Quinteto Violado) iniciando aí toda a sua trajetória musical. Nesse mesmo ano a Copacabana lançou o disco "Alceu Valença & Geraldo Azevedo" marcando a estréia de dois jovens cantores e compositores que se tornaram dois dos maiores nomes da nossa música brasileira.
Participou de alguns importantes projetos coletivos de discos como "Asas da América", "Cantoria" e "O Grande Encontro", além de fazer parte de várias coletâneas. Mesmo não estando na boca da mídia nem vendendo números astronômicos, Geraldo Azevedo já se firmou como uns dois maiores músicos nordestinos da atualidade.
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quarta-feira, 28 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Rei do Baião tem vida revisitada através de fotos
A história de Luiz Gonzaga, um dos mais ilustres pernambucanos, será contada através de paineis e fotos na Estação Cultural Senador José Ermírio de Moraes, no Recife. A mostra Lua Gonzaga, organizada pelo Memorial Luiz Gonzaga em parceria com a Fundarpe, será aberta nesta quarta-feira (07), às 19h, e fica em cartaz até 31 de outubro, com acesso gratuito.
A exposição será dividida em quatro momentos. A origem, O artista e O homem contam a história de Gonzagão: de quando ele foi apresentado à sanfona de oito baixos, passando pela sua consagração como músico e seu lado família. A quarta etapa, Apresentação, fala do Memorial Luiz Gonzaga e do trabalho realizado pela instituição para difundir o legado do Rei do Baião.
Fonte: JC Online
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segunda-feira, 14 de setembro de 2009
O Xaxado e o Cangaço
Xaxado é uma dança popular criada no Agreste Pernambucano e Sertão pernambucano, muito praticada pelos cangaceiros da região, em comemoração as suas vitórias. O nome é devido ao barulho das sandálias dos cangaceiros contra a areia do sertão.
Xaxado é uma dança de guerra e entretenimento criada pelos cangaceiros de Lampião no inicio dos anos 1920, em Vila Bella, atual Serra Talhada. Ainda na época do cangaço tornou-se popular em todos os bandos de cangaceiros espalhados pelos sertões nordestinos. Era uma dança exclusivamente masculina, por isso nunca foi considerada uma dança de salão, mesmo porque naquela época ainda não havia mulheres no cangaço. Faziam da arma a dama. Dançavam em fila indiana, o da frente, sempre o chefe do grupo, puxava os versos cantados e o restante do bando respondia em coro, com letras de insulto aos inimigos, lamentando mortes de companheiros ou enaltecendo suas aventuras e façanhas.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Cordel do Fogo Encantado
Em 1997 um grupo teatral voltou a atenção para a cidade de Arcoverde. Nascia o espetáculo "Cordel do Fogo Encantado", basicamente de poesia, onde a música ocuparia um espaço de ligação entre essa poesia. Começou em um ambiente de teatro e as pessoas envolvidas eram relacionadas ao teatro. Na formação, José Paes de Lira, Clayton Barros e Emerson Calado. Por dois anos, o espetáculo, sucesso de público, percorreu o interior do estado.
Em Recife, o grupo ganhou mais duas adesões que iria modificar sua trajetória: os percussionistas Nego Henrique e Rafa Almeida. No carnaval de 1999 o Cordel se apresenta no Festival Rec-Beat e o que era apenas uma peça teatral ganha contornos de um espetáculo musical. Ao lirismo das composições somou-se a força rítmica e melódica dos tambores de culto-africano e a música passou a ficar em primeiro plano. A estréia no carnaval pernambucano mais uma vez chamou a atenção de público e crítica e o que era, até então, sucesso regional, ultrapassou as fronteiras, ganhando visibilidade em outros estados e o status de revelação da música brasileira.
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Em Recife, o grupo ganhou mais duas adesões que iria modificar sua trajetória: os percussionistas Nego Henrique e Rafa Almeida. No carnaval de 1999 o Cordel se apresenta no Festival Rec-Beat e o que era apenas uma peça teatral ganha contornos de um espetáculo musical. Ao lirismo das composições somou-se a força rítmica e melódica dos tambores de culto-africano e a música passou a ficar em primeiro plano. A estréia no carnaval pernambucano mais uma vez chamou a atenção de público e crítica e o que era, até então, sucesso regional, ultrapassou as fronteiras, ganhando visibilidade em outros estados e o status de revelação da música brasileira.
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segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Danças típicas da região!
Xaxado: É uma dança popular criada no Sertão pernambucano, muito praticada pelos cangaceiros da região, em comemoração as suas vitórias. O nome é devido ao barulho das sandálias dos cangaceiros contra a areia do sertão. É uma dança de guerra e divertimento criada pelos cangaceiros de Lampião no inicio dos anos 1920, em Vila Bella, atual Serra Talhada. Ainda na época, o cangaço tornou-se popular em todos os bandos de cangaceiros espalhados pelos sertões nordestinos. Era uma dança exclusivamente masculina, por isso nunca foi considerada uma dança de salão, mesmo porque naquela época ainda não havia mulheres no cangaço.

Forró: É uma festa popular brasileira, de origem nordestina, conhecida também por arrasta-pé, bate-chinela, fobó, forrobodó. No forró, vários ritmos musicais dessa região, como baião, a quadrilha, o xaxado, que tem influências holandesas e o xote, que veio de Portugal e são tocados, tradicionalmente, por trios, compostos de um sanfoneiro (tocador de acordeão -- que no forró é tradicionalmente a sanfona de oito baixos), um zabumbeiro e um tocador de triângulo. Hoje em dia, é o estilo musical mais comum no Nordeste, sendo apreciado por muitos, desde os nativos aos turistas.

Maracatu: É uma manifestação cultural da música folclórica pernambucana afro-brasileira. É formada por uma percussão que acompanha um cortejo real. Como a maioria das manifestações populares do Brasil, é uma mistura das culturas indígena, africana e européia. Surgiu em meados do século XVIII. Foi criada para formar uma critíca a corte portuguesa.

sábado, 15 de agosto de 2009
Casa do Rei do Baião está ameaçada de Cair ?

A casa de Gonzagão fica localizada no Parque Asa Branca em Exu-Pe o qual possui lanchonete e palcos para shows. Nesse parque se encontram objetos do cantor "como fotos, além dos mausoléus dele, da mulher e de seus pais". O site da rádio Cetama fala que o espaço é administrado pela ONG Parque Asa Branca e cobra-se do visitante R$ 2,00. Outro fato que piora a situação é que tem diminuído o número de turistas ao local.

Esta situação já vi na Tv Brasil no começo do ano através de um documentário que falava sobre a vida e a obra de Luiz Gonzaga. Além de homenagear Gonzagão, a reportagem da Tv denunciava em todas as cores a precária situação do Parque Asa Branca. É revoltante essa situação. A memória dele tem que ser preservada e lembrada para sempre. Faz-se necessário urgente tomada de posição quanto a esse estado de coisa. O Rei do Baião merece respeito. E que as gerações futuras possam beber dessa fonte tão rica. Parabenizo o Blog do Crato que todos os dias enaltece a cultura da região caririense e a rádio Cetama que com esta notícia ajuda a quem de direito possa olhar e ajudar preservar a rica história de Luiz Gonzaga.
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quinta-feira, 13 de agosto de 2009
"Luiz Respeita Januário"
Luiz Gonzaga
Conhecido como o rei do baião, Luiz do Nascimento Gonzaga nasceu no dia 13 de dezembro de 1912, na fazenda Caiçara, município de Exu, localizado no sopé da Serra do Araripe, Pernambuco. Filho de Januário José dos Santos, sanfoneiro e consertador de instrumentos e Ana Batista de Jesus.
Passou toda a sua infância ao lado do pai, acompanhando-o desde os oito anos de idade aos bailes, onde o ajudava a tocar sanfona. Trabalhou também na roça, nas feiras e tomando conta de rebanhos de bode.
Em 1924, aos doze anos, comprou sua primeira sanfona, fole de oito baixos, da marca Veado e aos quinze já tinha adquirido prestígio na região como sanfoneiro.
Em 1930, por causa de uma paixão frustrada, desentendeu-se com a família e fugiu à pé até o Crato, no Ceará, alistando-se no Exército. Com a eclosão da Revolução de 30 viajou por todo o país com sua tropa. No Exército, ficou conhecido como o Corneteiro 122.
Quando recebeu baixa do serviço militar, em 1939, foi para o Rio de Janeiro, na época a capital da república e passou a cantar e se apresentar no Mangue, zona de prostituição da cidade, onde havia muitos cabarés e gafieiras.
Apresentou-se no programa de auditório de Ary Barroso, bastante popular na época, cantando música nordestina e conquistou a nota máxima, sendo depois contratado pela Rádio Nacional. Em 1941, gravou seu primeiro disco pela RCA.
Em 1945, nasceu o seu filho, Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, o Gonzaguinha, e no mesmo ano ele inicia sua parceria com Humberto Teixeira.
Casou-se, em 1948, com a professora pernambucana Helena Cavalcanti que havia conhecido nos bastidores da Rádio Nacional.
Como Humberto Teixeira resolveu dedicar-se à carreira de deputado, Luiz Gonzaga encerrou sua parceria com ele, passando a compor com o médico pernambucano José de Souza Dantas, o Zédantas, seu outro grande parceiro. Com Humberto Teixeira, Zédantas e outros, compôs uma grande quantidade de baiões, toadas, xotes, polcas, mazurcas, valsas, deixando registrada na discografia brasileira mais de 600 músicas. Muitos desses discos podem ser encontrados no acervo da Coordenadoria de Fonoteca, do Centro de Documentação e Estudos da História Brasileira Rodrigo Mello Franco de Andrade, da Fundação Joaquim Nabuco.
Em 1980, cantou para o Papa João Paulo II, em Fortaleza, quando da sua visita ao Brasil. Nessa ocasião, retirou da cabeça o seu chapéu de cangaceiro, que se tornara sua marca registrada e colocou-o, respeitosamente, na cabeça do Papa que o abençoou e disse Obrigado, cantador!
Luiz Gonzaga tornou-se um símbolo cultural brasileiro: subiu em palanques de presidentes da República, animou jantares de reis e chegou, inclusive, a se apresentar no Olimpia de Paris, em 1986.
Morreu no dia 2 de agosto de 1989, às 15h15, no Hospital Santa Joana, no Recife, onde estava internado há 42 dias. Seu corpo foi velado na Assembléia Legislativa de Pernambuco e enterrado na capela do Parque Asa Branca, em Exu, sua cidade natal.
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