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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Conheça uma beleza em pleno sertão nordestino





quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Criadores devem declarar vacinação contra aftosa até dia 15




A segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa foi encerrada em todo o estado. Agora, os pecuaristas têm até o dia 15 deste mês para declarar a imunização dos animais nos escritórios da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), como determina o decreto nº 7.854, do governo baiano, que trata da defesa sanitária animal. “Declarar é tão importante quanto vacinar. O criador baiano tem sido um grande aliado no combate à febre aftosa”, salienta o diretor geral da Adab, Cássio Peixoto.

Na primeira etapa da campanha foram imunizados 96,5% do rebanho baiano, estimado em aproximadamente 11 milhões de cabeças. Para comprovar a imunização do rebanho, o produtor deve se dirigir a um dos escritórios da Adab e apresentar a nota fiscal das vacinas aplicadas. O criador que perdeu o prazo de vacinação de seus animais terá que realizar o procedimento acompanhado por técnicos da Adab.

“O pecuarista que não vacinou seu rebanho está sujeito às penalidades determinadas por lei, no que se refere à proibição do trânsito de animais e multas”, esclarece o diretor de defesa animal da Adab, Rui Leal. “Mas nosso objetivo não é penalizar e sim manter a certificação de área livre de aftosa com vacinação, qualificando o status sanitário do rebanho baiano”.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Dejetos jogados no Velho Chico: Realidade que teima em continuar




Dejetos da Bacia Central de Petrolina estão sendo lançados no rio São Francisco sem nenhum tipo de tratamento. O crime ambiental – que, aliás, não é de agora –  foi denunciado pelo topógrafo Jenilson Costa, no Programa Carlos Britto no Ar de ontem (05).
De acordo com Jenilson, 300 litros por segundo de esgoto estão sendo jogados diretamente nas águas do rio, atrás do condomínio Água Viva, na Pedra do Bode.
“Há quatro anos estamos esperando a conclusão dessa obra, em que foram gastos mais de R$ 6 milhões. Essa conversa que em Petrolina 60% dos bairros têm saneamento básico é mentira. A responsabilidade é da Prefeitura, da Compesa e também da Codevasf”, denunciou Jenilson.
Foto: Google imagens

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Programa ‘Tudo Limpo’ propõe modelo compartilhado de limpeza em Petrolina




Até o ano de 2011 a cidade e Petrolina deverá ter 100% do seu lixo completamente reciclado. A cidade deverá ser uma das primeiras do Norte e Nordeste a realizar de forma plena a separação racional do lixo. A informação foi dada ontem (29) pelo Secretário de Infraestrutura da Prefeitura Municipal de Petrolina, Nelson Minussi, na solenidade de inauguração do Centro de Tratamento de Resíduos/CTA no Bairro José e Maria.

As estratégias da operação estão no Programa Tudo Limpo, que tem o objetivo de identificar, caracterizar, mapear e instalar unidades de recebimento de pequenos volumes (URPV) e descrever resíduos sólidos urbanos (RSU) para as diversas formas de aproveitamento no município.
Para o Secretário Nelson Minussi, uma dos pontos fortes do projeto é o compartilhamento das ações com as associações de moradores. Minussi ressaltou que agora não é apenas ele que será cobrado pela comunidade e pela imprensa. “Vocês também serão cobrados, inclusive por nós, vamos compartilhar também responsabilidades”, disse.

Durante a apresentação do programa foram apresentados os equipamentos de reciclagem de lixo, como o “papalâmpadas” que recicla lâmpadas fluorescentes, evitando a contaminação do meio ambiente pelo mercúrio.

Operação Sete Colinas continua apreensões no Sertão de Pernambuco





Em mais um dia de trabalho,  os policiais da Operação Sete Colinas apreenderam, na manhã de ontem  (30/09), 1.800  estacas de madeira Sabiá apresentando irregularidades na documentação.
A carga, que provavelmente seria utilizada na confecção de cercas, foi interceptada no trevo do Ibó, distante 11 quilômetros da área urbana de Cabrobó, e foi apreendida pelo Exército, com o apoio do Ibama. Ainda pela manhã, foram apreendidos no mesmo local, com o apoio da Receita Federal, vários pares de tênis apresentando fortes indícios de falsificação.





A operação teve início  segunda-feira (28/09) e já aprendeu 60 mil DVDs sem nota fiscal, 77 relógios falsificados e apreensão de três veículos, além de erradicar aproximadamente 4.100 pés de maconha, distribuídos em duas ilhas do rio São Francisco.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

A Univasf também está com a mão na massa!








No projeto da transposição do rio São Francisco, um grupo da Univasf, instalou-se em uma base móvel,  para fiscalizar a fauna e a flora e o nome desse projeto é CEMAFAUNA - CAATINGA.
Como sabemos os estudos do Bioma Caatinga são incipientes, e constatou-se que para a implantação do Projeto de Integração do Rio São Francisco com as Bacias do Nordeste Setentrional há também a necessidade do conhecimento da biologia da espécies de fauna como taxonomia, relações filogenéticas, auto-ecologia, biogeografia e inter-relações da Fauna com a diversidade de ambientes das Caatingas.     
Deste modo o Programa Básico Ambiental de Conservação da Fauna do Projeto de Integração do Rio São Francisco com as Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional estará inserido numa rede de estratégias para a Conservação do Bioma Caatinga.
     Site do Cemafauna - Caatinga

Voltando a falar de transposição!



                                                  Parte do canal em construção com água da chuva

O projeto visa ao fornecimento de água para vários fins, sendo que a maioria seriam dedicados à irrigação: 70% para irrigação, 26% para uso industrial e 4% para população difusa. Prevê-se que o sistema de transposição esteja em plena operação entre 15 e 20 anos do início das obras.

A área de abrangência dos impactos divulgados pelo RIMA compreende uma faixa ao longo dos canais de transposição com 5 km de largura para cada lado. Uma das críticas que se faz ao projeto é a ausência de estudos sobre os impactos na bacia doadora e seus afluentes e nas bacias receptoras.

Os ecológicos radicais, as vezes, criam críticas sem sentido, outrora, tem algum cabimento, tire suas próprias conclusões, só não seja tão egoísta, o rio é de todos.




                                              Enorme canal da transposição passando por Cabrobó - PE

A polêmica em torno da transposição ocorre sobretudo em relação ao Eixo Norte, que prevê o desvio de águas para o Ceará. Isto porque o Eixo Leste, que levará água para Pernambuco e Paraíba utilizará rios dentro da própria bacia, o que não configura transposição. Além disto, segundo vários opositores da transposição, neste caso, há comprovada escassez para consumo humano, embora alguns questionem se não há opções mais econômicas.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Animais ameaçados de extinção

O crescimento da população sertaneja é uma realidade. Uma realidade maior é que, cada vez mais, precisamos de mais espaço para a sobrevivência da nossa espécie. Os desmatamentos na região do bioma Caatinga é outra realidade. Logo, esse desmatamento incontrável no nosso bioma vai tomando o habitat natural das espécies que, há muito tempo, habitam aquela região. Há na Caatinga dois animais que podem desaparecer dos ambientes naturais e que só poderam ser vistos em cativeiro: O mutum-do-nordeste e a Ararinha-azul.

A Ararinha-azul



Cobiçada no mercado internacional por causa de sua plumagem. Há apenas cinquenta desses animais, vivendo no sertão/litoral baiano e no Piauí.

O Mutum-do-nordeste



Os últimos exemplares dessa ave vivem em cativeiro para o percepção de reprodução do animal que vive na Caatinga ou no litoral de Alagoas (essa ave abondona o Sertão na época da seca).

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Tatu-bola ( Tolypeutes Tricinctus)



O Tatu-bola - o menor e o único tatu endêmico do território brasileiro - pertence à mais rara espécie de edentados do nosso território, sendo considerado em perigo, de acordo com a lista da IUCN.

Possui pequeno porte e é dotado de uma carapaça convexa recoberta por placas queratinizadas variando de ovais a hexagonais. O escudo cefálico é bastante desenvolvido. Sua característica típica é a capacidade de se enrola - uma atitude de defesa.




Fonte

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Bichos da nossa terra

Os animais da Caatinga são diversificados e andam em pequenos grupos. São eles, os bravos animais da região, que sobrevivem à seca e as adversidades do clima, proporcionando um espetáculo de cores, um milagre da natureza. Vão desde répteis comuns do ambiente seco (44 espécies de lagartos, 47 espécies de serpentes e 3 de crocodilos) a mamíferos de pequeno e grande porte, passando por aves, anfíbios (9 espécies) e quelônios (4 espécies). Alguns deles encontram-se em vias de extinção - mais especificamente 20 espécies - e têm causas em seu apoio para serem preservados. Vamos conhecer um pouco mais a respeito desses animais tão peculiares.

• Ararinha-Azul (Cyanopsitta spixii): restrita ao Piauí, Maranhão e extremo Norte da Bahia (Sul do rio São Francisco), chega a medir até 57 cm. Apresenta plumas azuis, asas e cauda muito longas e escuras, bico negro com um grande dente maxilar e íris mostarda. Seriamente ameaçada de extinção, não consegue-se mais observá-la em vida livre. Só existem 78 animais da espécie no mundo - 8 delas no Brasil -, tornando-a uma das mais raras espécies animais. Apresenta hábitos herbívoros (manifestando preferência pela fruta conhecida como buriti), mas em cativeiro é alimentada com uma espécie de massa. A devastação de árvores da Caatinga compromete a reprodução do animal, que faz ninhos ocos em plantas altas e velhas. Outros de seus nomes populares são: arara-celeste, arara-do-nordeste e arara-spixi. O nome científico da espécie é uma homenagem ao naturalista alemão Johann Baptiste von Spix.



• Carcará (Caracara cheriway): Falconídeo tipicamente brasileiro, também pode ser conhecido como carancho e cará-cará. Apresenta uma espécie de chapeuzinho preto na cabeça, que se distingue pela pelagem branca ao redor dos olhos, também preta no resto do corpo e amaronzada com listras escuras no peito. Diferentemente dos falcões, não é um predador ativo, e sim "oportunista", alimentando-se de presas fáceis, como anfíbios, roedores e insetos. Pode atacar criações de pequenos caprinos, geralmente acompanhado de urubus. Pode aproximar-se de humanos que possuem pequenas propriedades de terra.


• Onça-Pintada (
Panthera onca): Muito similar à primeira vista com o leopardo (é fácil diferenciá-los pela diferença do padrão de pintas), a onça-pintada teve origem nas regiões mais quentes e secas do Brasil, Argentina e Estados Unidos. Pode medir até 2,60m e alcançar os 115kg. É o maior mamífero carnívoro do país, necessitando de pelo menos 2kg de alimento (composto de antas, capivaras, queixadas, tamanduás e outras presas fáceis, já que trata-se de uma exímia caçadora) por dia. É a única espécie de felinos que ataca as presas com mordidas na cabeça. Classificada como "Quase ameaçada de extinção", a onça vem perdendo gradativamente seu espaço natural, que tem sido devastado através do desmatamento para criação de áreas agrícolas ou cultivo de animais. Isso tem intensificado o ataque de onças a rebanhos de bovinos para obtenção de alimento, já que, também, tem se verificado um declínio na população das presas naturais do animal. Símbolo da fauna brasileira, também pode ser conhecida como jaguar ou jaguaretê, que tem origem do termo guarani jaguarete.




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